Relações Públicas Sem Croquete

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O livro Relações Públicas Sem Croquete demonstra que os R.P. assumem um papel fulcral na divulgação da mensagem, construindo um projecto de comunicação com base na estratégia e objectivos da organização obtendo o interesse dos vários stakeholders.

Autor: Renato Póvoas

Editora: GestãoPlus Edições

Índice:

Capítulo 1 – Por favor não me chamem relações públicas
Capítulo 2 – Os mitos públicos da profissão
Capítulo 3 – Seja um RP de sucesso
Capítulo 4 – O dia-a-dia de um RP
Capítulo 5 – A relação RP – jornalista
Capítulo 6 – A nova realidade na prática da profissão
Capítulo 7 – As RP geram vendas. Não se deixe enganar pelos discursos publicitários.
Capítulo 8 – RP de guerrilha
Capítulo 9 – Buzz
Capítulo 10 – Comunicação disruptiva. Não tenha medo de errar. Será certamente recompensado
Capítulo 11 – Os meios digitais na comunicação
Capítulo 12 – Os desafios e as tendências para o futuro
Capítulo 13 – Croquete a quanto obrigas

Resumo do Livro:

Para muitos, as Relações Públicas está fortemente conectada aos eventos e são a área pobre da comunicação, comparada com outras áreas como a publicidade. A verdade é que, consequência da crise económica, da redução dos orçamentos das empresas, do desinvestimento na publicidade e do aumento dos meios de comunicação social, os relações públicas têm sido mais procurados.

O Relações Públicas é quem vai promover a relação entre a organização e os vários públicos com quem esta tem contacto ou pretende vir a ter. Para tal, estes profissionais têm que estar em perfeita sintonia com a administração, especialistas da organização, gestores do produto e profissionais de comunicação.

Um bom R.P. tem de ter as competências de jornalista, publicitário e marketter com o objectivo de transmitir de forma inteligente e eficiente as mensagens pretendidas pela organização. Este trabalho deverá ter necessariamente resultados a médio e longo prazo mas a verdade é que é difícil de quantificar e avaliar até que ponto o sucesso das vendas são consequência do seu trabalho.

É importante definir o público-alvo com quem se quer comunicar, definir os objectivos a atingir e depois escolher os canais de comunicação adequados. É fundamental que o profissional de R.P. não inunde os canais de comunicação com excesso de mensagens. Estas devem ter qualidade, ser credíveis e direcionadas aos públicos correctos.

Um Gestor de  Comunicação Organizacional e Relações Públicas deverá ter capacidade de liderança e trabalho em equipa, pensamento estratégico, capacidade de análise e síntese, capacidade de escrita e oralidade (português e outras línguas), capacidade de gestão de tempo e dos recursos humanos e técnicos, capacidade comunicação interpessoal e de grupo, capacidade de argumentação e  ser pró-activo.

O R.P. é responsável pela comunicação com o exterior mas não pode descurar a comunicação interna, fundamental para que os colaboradores estejam informados e consequentemente mais motivados e com um sentimento de pertença em relação à organização.

Entre outras coisas, o R.P. é responsável pela concepção da estratégia de comunicação, pelas relações com os media, com as relações com a comunidade, com as relações com os accionistas e colaboradores, por publicações corporativas, por estar presente em eventos internos e externos, etc..

Um consultor de comunicação poderá realizar, com base na sua experiência, um trabalho imparcial pois tem uma visão externa e mais flexível das necessidades da empresa.

A relação com a imprensa é uma das funções prioritárias do R.P., pelo que este deve analisar o público-alvo de cada meio de comunicação e veicular informação com a frequência e conteúdos adequados. Alguns instrumentos de comunicação utilizados nas relações com o media, são: comunicados de imprensa, conferência de imprensa, viagens de imprensa e entrevistas. Para que uma notícia seja relevante há ingredientes essenciais como ser relevante, nova, apaixonante, representativa, diferenciadora, conflituosa e/ou extraordinária.

O excesso de mensagens publicitárias a que somos expostos faz com que façamos uma filtragem natural e só prestemos atenção às mais inovadoras e criativas. Desta forma, as relações públicas assumem um papel fulcral na divulgação da mensagem. Estas devem construir um projecto de comunicação com base na estratégia e objectivos da organização e que captem o interesse dos stakeholders.

A inovação tem sido muito utilizada para tentar passar os filtros que o público usa para depurar a publicidade e uma forma criativa de passar a mensagem é através do marketing de guerrilha, isto é, uma forma não convencional de passar a mensagem inesperada e ousada, muitas vezes com orçamentos reduzidos.

O Word of Mounth (passa a palavra) é sem dúvida, a forma mais poderosa de obter sucesso na comunicação porque a publicidade está desacreditada e confiamos mais nas opiniões das outras pessoa quando precisamos de um aconselhamento para escolher determinado produto ou serviço.

O Internet revolucionou a comunicação, tendo, por exemplo, as redes sociais e os blogues um extremo poder de chegar directamente ao público, destacando-se as marcas que são criativas e inovadoras.

Frases Chave:

“As relações públicas são um importante contributo na construção de relacionamentos entre as empresas e os públicos com os quais têm contacto ou pretendem vir a ter.”

“Os seus gestores continuam a centrar-se essencialmente na publicidade, que é apenas uma das diversas técnicas que integram o mix da comunicação.”

“ Poderá ter um óptimo produto ou serviço, contudo, se não o conseguir valorizar através de mensagens correctas direccionadas para os públicos certos, não obterá o êxito que tanto almeja.”

“Mais do que informar, é crucial atrair e envolver o público interno.”

“Hoje em dia, infelizmente, ainda muitas empresas descuram esta questão da comunicação interna, preocupando-se apenas com a vertente externa.”

“Para comunicar com jornalistas é necessário compreender o seu trabalho.”

“Hoje, captar a atenção das pessoas é o grande desafio para as empresas.”

“A comunicação comercial fica quase sempre retida no filtro dos indivíduos, sendo cada vez menos o número de marcas que conseguem penetrar na mente do cliente.”

“Nos tempos actuais, a publicidade necessita muito mais do contributo das relações públicas do que o contrário.”

“A publicidade no dias que correm é quase sempre spam.”

“Só depois de a marca ter alcançado uma certa visibilidade é que uma empresa deve gastar os seus recursos em campanhas publicitárias.”

“Os verdadeiros criativos encontram-se nas relações públicas, pois estes profissionais têm que conseguir transformar um produto comercial numa história credível.”

“Se conhecemos e confiamos na pessoa que nos aconselha determinado produto ou serviço, certamente que tomaremos essa opinião como válida.”

“Invista na simplicidade das mensagens e não complique em demasia.”

“Coloque-se ao lado dos seus próprios consumidores.”

“Os conteúdos assumem assim um papel nuclear na estratégia que visa ganhar notoriedade e um posicionamento forte na Internet.”

“Nunca as marcas tiveram tantas opções e tamanha facilidade em conviver junto dos seus consumidores como hoje.”

“Caminhamos a passos largos para uma comunicação mais directa entre empresas e consumidores, com menos intermediários e filtros.”

“Aposte antes em escutar e envolver os seus consumidores numa comunicação interactiva.”

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Consulte os reviews dos livros anteriormente analisados, **aqui**

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