Social Target

digitalizar0003O livro Social Target tem como objectivo ajudar os empresários na elaboração da estratégia de marketing nas redes sociais e também a implementa-la e monitorar os seus resultados, fornecendo algumas ferramentas online que apoiam este processo.

Autor: Carolina Afonso e Letícia Borges

Editora: Topbooks

Índice:
Parte 1. Contextualização: o state-of-art das redes sociais
Parte 2. O plano de redes sociais: o modelo “bem-me-quer”
– 1º Passo: Ouvir
– 2º Passo: Definir
– 3º Passo: Posicionar
– 4º Passo: Implementar
– 5º Passo: Analisar
Conclusão

Resumo do Livro:

Nesta nova era do always on, os consumidores têm cada vez mais poder na comunicação das marcas. As empresas aperceberam-se que, para além das técnicas tradicionais de marketing, têm que potencializar as novas ferramentas do marketing digital e as redes sociais são canais muito poderosos. As redes sociais não podem ser encaradas como um canal de venda mas sim um meio que possibilita o envolvimento e a construção de relações com os stakeholders.

Para ter sucesso na comunicação nas redes socias as empresas necessitam de ter uma estratégia, definindo o Target, os objectivos atingir, a mensagem, etc. Conhecer os consumidores, as suas necessidades e desejos, medos e frustrações é também fundamental e em função disso, verificar qual a rede social mais adequada para difundir a comunicação e estar a par das novas tendências e modas, já que este meio está em constante mutação.

As autoras do Livro Social Target, apresentam o modelo “Bem-me-quer” que determinas as etapas a percorrer para elaborar o plano estratégico de presença nas redes sociais, utilizando os meios e ferramentas adequadas e específicas para este canal de comunicação.

A primeira fase corresponde ao processo de “Ouvir”. Nesta fase, será necessário fazer uma análise interna em o gestor deverá refletir sobre o seu negócio, isto é, analisar atributos da marca e como esta se posiciona no mercado, o modelo de negócio e mesmo a forma como a empresa se organiza. É também necessário fazer uma análise externa em que se estuda o mercado em que o negócio está inserido e a sua concorrência e por fim a habitual análise SWOT. Para um eficaz diagnóstico é importante conhecer todas as ferramentas digitais disponíveis para obter dados.

Após a análise da situação, a segunda fase é o processo de “Definir” em que já se está em condições de “fixar os objectivos específicos, mensuráveis, realísticos e desafiadores para o nosso plano nas redes sociais.” Estes objectivos devem ser resultado de um trabalho de equipa em função dos dados obtidos na primeira fase.

A fase seguinte é o processo de “Posicionar”, um processo de segmentação, targeting e posicionamento no mercado, sendo esta fase determinante porque os consumidores são inundados com mensagens de marketing sobre assuntos que não lhes interessa e acabam por ficar resistentes à comunicação. A segmentação “ajuda a eliminar mercados inacessíveis ou inapropriados e a agrupar os consumidores em critérios similares”, informação essencial para de seguida escolher os targets adequados tendo em consideração que cada público tem necessidades específicas. A forma como os consumidores vão perceber a marca é nesta fase moldada pela definição de uma estratégia de marketing de posicionamento. É também nesta altura que se determina o investimento a ser feito, quer em termos de monetários mas também a selecção das redes sociais mais adequadas em função dos objectivos de marketing.

A análise do retorno do investimento nas redes sociais é mais do que medir as vendas perante o investimento monetário. A comunicação neste canal cada vez mais tem como principal objectivo criar “brand awareness”, construir fidelidade, sem nunca esquecer, claro, incrementar as vendas. Pelo que ROI agora passou a ter várias perspectivas: Retorno sobre o Investimento, Retorno sobre a Influência e Retorno sobre a Interacção. Assim, o posicionamento tem em vista ganhar notoriedade, obter engagement, incrementar a reputação e finalmente obter a conversão, que não necessariamente precisa de ser obter uma venda, pode ser apenas conseguir que o utilizador subscreva uma newsletter.

Numa fase seguinte, vamos “Implementar”, tendo em conta todos os conhecimentos adquiridos anteriormente. É necessário fazer um estudo sobre o valor e finalidade de cada rede social para decidir a estratégia de comunicação nas redes sociais. O Facebook é, por agora, um canal indispensável mas não se pode descurar outros canais como o Twitter, o LinkedIn, Pinterest, Google +, etc., cada um com o seu target e até com um tipo de comunicação específico. A implementação desta fase requer conhecimentos técnicos, pelo que por vezes é necessário recorrer a empresas externas, pois criar uma página com as informações e design correctos nem sempre é acessível aos recursos humanos das empresas. Também outras ferramentas como os anúncios, aplicações, criação de conteúdos são funcionalidades que têm que ser utilizadas de uma forma profissional para se atingir o objectivo de criar engagemente com os utilizadores. Esta interacção tem que ser trabalhada de uma forma eficaz e seguindo as regras de “Best Practices” de forma atingir o objectivo final, a conversão.

Por fim, há que ter “uma visão global, cruzar dados, analisar números, não só sobre a própria marca, mas também sobre a concorrência”. As redes sociais permitem-nos recolher dados em tempo real, em que podemos identificar oportunidades, perceber o sentimento em relação à marca, detectar as necessidades dos consumidores, perceber os insights, etc., dados que possibilitam a tomada de decisão em termos de acções futuras. Para obter dados concretos e relatórios há ferramentas online que nos fornecem os elementos de uma forma prática e de fácil compreensão.

Em função destes resultados, a fase seguinte é começar o processo de novo, já que este ciclo necessita de constantes ajustes devido às frequentes mudanças e actualizações nas redes sociais.

Frases Chave:

“Vivemos na era do always on.”digitalizar0004

“…o consumidor assumiu o controlo e é participativo em todo o processo de comunicação, que passou a ser multilateral.”

“Redes sociais não significa hard selling

“O marketing, cuja finalidade é antecipar e satisfazer os desejos e necessidades do cliente, encontra nas redes sociais um veículo directo entre a estratégia e o público-alvo.”

“Contratar um consultor pode significar o acesso a um especialista, já que manter-se em dia com os avanços das redes sociais pode ser um trabalho a tempo inteiro.”

“As redes sociais são uma das plataforma mais poderosas ao dispor dos gestores.”

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Consulte os reviews dos livros anteriormente analisados, **aqui**

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